Segundo o estudo, devido à expansão generalizada do acesso à música, expandiu-se também a variedade de géneros e estilos de pessoas que a ouvem., dando origem a uma nova geração de ouvintes: “A Era Shuffle”. Estes fãs representam a maior parte da população do estudo: 56% de pessoas ouvem, pelo menos, 10 estilos de música diferentes.
Assim, o presidente e CEO global da Havas Sports & Entertainment afirma que “a música é uma ferramenta extremamente eficaz para as marcas que procuram construir relações com as pessoas, desde que compreendam as suas paixões e o que as alimenta”. Para isso, refere, as marcas devem “possibilitar a descoberta de novos artistas, géneros musicais e criar momentos relevantes que possam partilhar”.
Mas há diferenças entre países no que toca à interação com a música, sendo que no Brasil, os fãs envolvem-se através da lógica de ligação social (62%), enquanto na China, 9 em cada 10 consumidores o faz numa lógica de recreação. Em Portugal, a lógica dominante é a da identificação (63%).
O estudo foi realizado em parceria com Universidade do Sul da Califórnia, Annenberg Innovation Lab, e consiste numa análise profunda da paixão das pessoas pela música: o que ouvem, como, onde e porquê, tal como a sua relação com as marcas. De âmbito global, a pesquisa inquiriu 18.000 pessoas em 17 países, incluindo Portugal.

