Para Sorrell, o negócio foi motivado pelo ego e por questões emocionais: “Penso que os dois CEO queriam tentar derrubar a WPP da liderança e, por isso, foi emocional e egoísta”.
O líder da WPP considerou ainda, noutra entrevista à Advertising Age, que os seus homólogos da Publicis e da Omnicom deviam ter consultado os conselheiros e refletir bem antes de anunciar um negócio desta natureza.
Enquanto isso, a WPP fez bons negócios – ganhou, por exemplo, as contas da Marks and Spencer e da Vodafone. E “haverá mais oportunidades em resultado do colapso” da fusão.

