“Tínhamos dois nomes muito icónicos com heranças diferentes, passados diferentes. O que não refletia a nossa natureza integrada”, justificou Murray, a propósito do rebranding da agência que havia resultado da fusão de duas unidades do grupo Interpublic, em 2006.
Considerando que a agência tem menos clientes globais do que outras, o ceo adiantou que a FCB será intrinsecamente local, celebrando a criatividade e o espírito locais.
Desenhada pela FCB Lisboa, a nova identidade incorpora precisamente elementos locais que visualmente seguem um corte diagonal no “B” de FCB, de modo a integrar, por exemplo, a cidade em que a agência opera. “A nova identidade da FCB foi criada e desenvolvida no (nosso) escritório de Lisboa, por uma equipa exclusivamente portuguesa, e será vivida em cada uma das 150 operações da network à volta do mundo”, sublinha, a propósito, o chief creative officer internacional, Luís Silva Dias.
“Apesar de muitos clientes no nosso país carinhosamente nunca terem deixado de nos chamar FCB, a verdade é que é apenas hoje que a segunda mais antiga agência de publicidade do mundo volta ao nome que usou durante a maior parte dos seus 141 anos de existência e com o qual se consolidou globalmente como uma das principais marcas que continuam a fazer a história da publicidade. E nada melhor para sinalizar essa nova fase que fazer uma evolução na marca, destilar a designação e criar uma nova identidade visual para a acompanhar”, adianta o também ceo português.


