João Samina “aceita o desafio de utilizar uma tela especificamente colocada para esse fim, em vez de utilizar como base de trabalho a fachada de um edifício, como acontece na maioria das intervenções de arte urbana”, diz a Worx.
João Samina, 25 anos, arquiteto, tem um estilo artístico muito focado em elementos geométricos abstratos que convivem, de uma forma muito particular, com elementos reais. Neste caso específico, a proposta de intervenção do artista terá como foco real o elevador de Santa Justa, principalmente pelo peso histórico (e turístico) que o mesmo tem na localização em causa.
Segundo Pedro Rutkowski, C.E.O. da Consultora Imobiliária Worx, “estas telas usadas, até hoje, com fins meramente comerciais no sector imobiliário, têm potencial para serem exploradas como arte urbana, contribuindo para tornar a cidade num Museu a Céu Aberto. Esperamos que, esta intervenção, seja a primeira de muitas, que pretendemos dinamizar ao longo do ano, seguindo uma das mais actuais tendências artísticas urbanas”.

