Burke, que foi contratado pelo Vaticano em 2012, é apontado como “estratega do marketing” que tem aumentado a popularidade do Papa. Um perfil rápido do ex-jornalista define-o como um católico devoto, membro do Opus Dei e que percebe o que é que os jornalistas querem. Fala Latim, partilha “fotografias curiosas” no Twitter e terá sido o responsável pela decisão do Papa de começar a tweetar.
O facto de ter vivido em Roma durante algum tempo e a experiência em media anglo-saxónicos terão também contribuído para a sua contratação pelo Vaticano.
Apesar da sua militância católica, não hesitou em cobrir, quando era jornalista, diversos acontecimentos que mancharam a reputação da Igreja. Foi o caso, por exemplo, dos abusos sexuais de crianças e do Vatileaks.

