Em comunicado, a Associação afirma que “o valor máximo admitido no caderno de encargos (30 mil euros para 12 meses) está completamente desajustado face ao mercado português, tendo em conta o conjunto de serviços solicitados e os recursos necessários para a sua execução”.
A APECOM contesta ainda o segundo critério de seleção que tem como base a data de entrega das propostas.
“Como é normal, todos os concursos têm uma data limite para entrega das propostas, tendo subjacente que é o tempo necessário e suficiente para responder de acordo com a complexidade do caderno de encargos. Neste caso em concreto, para além da data definida, há a particularidade de em caso de empate ganhar aquela que foi entregue em primeiro lugar. Mais uma vez a qualidade das propostas é ignorada, em detrimento de um critério que não é mais do que um contrarrelógio sem qualquer nexo”, refere o comunicado.

