O Correio da Manhã (CM) foi o generalista que menos exemplares vendidos perdeu – 5754 -, continuando, assim, a liderar as vendas. Seguiu-se-lhe o Diário de Notícias (DN) que contou com uma quebra de 2725 exemplares, tendo uma média diária de 26755 exemplares vendidos em circulação paga. Apesar de o nível de vendas do Jornal de Notícias (JN) ter sido superior ao do DN – 74034 exemplares -, o diário registou um maior quebra nas vendas, de 12894 exemplares.
O Público viu os valores de circulação paga baixarem em 3028 exemplares enquanto o jornal i, no último lugar das vendas dos diários generalistas, em 1525.
Contudo, a APCT revela que quer o JN, quer o DN conseguiram obter uma subida relativamente a assinaturas: o primeiro generalista subiu 328 por cento no papel e 166 por cento no online, enquanto o segundo aumentou 20 por cento no papel e 213 por cento no online.
Relativamente aos jornais desportivos, O Jogo foi o que menos vendas perdeu na circulação paga, sofrendo uma quebra de 5963 exemplares; O Record perdeu 6173 cópias. Os dados relativos ao desportivo A Bola não foram contabilizados.
Apesar de ter perdido mais de 15 mil exemplares na circulação paga, o Expresso continua a liderar as vendas no segmento dos semanários, vendendo, agora, 87648 cópias. O Sol ficou atrás, com uma perda de 4335 exemplares pagos, vendendo pouco acima dos 29 mil.
Fonte: Diário de Notícias

