A mesma acusação pende sobre outras cinco pessoas, nomeadamente o antigo chefe da segurança do jornal, Mark Hanna, e a assistente pessoal de Rebekah, Cheryl Carter. São todos acusados de, em julho de 2011, terem removido documentos e computadores das instalações da empresa, de modo a impedir as investigações policiais. Incorrem numa pena de prisão média de dez meses.
Brooks, considerada próxima do primeiro-ministro britânico, David Cameron, já lamentou a decisão judicial, apelidando-a de fraca e injusta.
Numa declaração emitida pela televisão, a porta-voz da Procuradoria, Alison Levitt, sustentou que esta acusação serve os interesses da transparência e da responsabilização.
Fonte: The Guardian


