A cortiça fornecida pela Corticeira Amorim é o elemento estruturante desta obra. Herzog & de Meuron descrevem a cortiça como um “material natural, com forte mais-valias aos níveis de tacto e de olfato, de grande versatilidade, o que permite que seja facilmente esculpido, cortado, moldado e formado”.
Para António Rio de Amorim, presidente da Corticeira Amorim “esta parceria resulta de um incessante empenho da Corticeira Amorim em promover mundialmente as imbatíveis credencias técnicas e de sustentabilidade deste material natural. Ver a cortiça aplicada num projeto arquitetónico com este impacto e de uma estética irrepreensível, é simultaneamente um motivo de orgulho e uma oportunidade ímpar de demonstrar ao mundo que a cortiça não é apenas um produto único, criado pela natureza, mas é também um material tecnologicamente relevante para o século XXI”.
O pavilhão foi idealizado de forma a captar os visitantes a olharem para baixo da superfície. O conceito deste projeto assenta num convite a um retrocesso no tempo, através do legado das onze edições anteriores desta iniciativa da Serpentine Gallery. Às onze colunas que simbolizam cada pavilhão anterior, junta-se uma outra que suporta uma plataforma flutuante.
O Pavilhão da Serpentine Gallery é considerado m marca da arquitetura mundial, uma iniciativa que resulta na criação anual e um edifício emblemático que atrai uma média de 250 mil visitantes por ano.
Fonte: Cunha Vaz & Associados


