A nova obra trata de parte da história pessoal e profissional do autor e “do homem que revolucionou a televisão portuguesa”, refere. Atualmente, ainda vê a televisão portuguesa “sem grande interesse, com telejornais intermináveis e novelas em excesso”, confessa ao Briefing.
Encontramo-nos numa época em que a internet começa a ser vista como uma ameaça à televisão, o que, na opinião do diretor criativo, não deveria acontecer, acusando a “baixa qualidade da programação” por isso.
Apesar de já não ver a televisão nacional tão cinzenta como quando chegou a Portugal, Ediberto Lima revela que esta ainda tem que evoluir e essa “evolução deve passar pela substituição dos atuais diretores de programas (sem exceção) ”.
Para ele, o futuro da televisão não se passa apenas pelos canais regionais mas também “pelo cabo, pela web, pelo live streaming, pelo on demand, pelas temáticas, pelos telemóveis, pelos tablets, pelos iPad”.
Quando questionado sobre a “receita” para aumentar as audiências, Ediberto Lima declara: “Comprem o meu livro que ficarão a saber”.
Catarina Caldeira Baguinho
Fonte: Briefing


