O processo, que correu num tribunal da Califórnia, foi interposto pelo Centro para a Ciência no Interesse Público (CSPI) em nome de Monet Parham, uma mãe de Sacramento com dois filhos que se afirmou preocupada com o facto de a McDonald’s “entrar na cabeça” dos filhos sem a sua permissão e mudar o que “eles querem comer”.
Contudo, o Supremo Tribunal da Califórnia não deu provimento à queixa.
Em comunicado, o CPSI admitiu avançar com um recurso, alegando que a McDonald’s deve “deixar de explorar as crianças”: “Usar brinquedos para atrair as crianças para as refeições de fast-food não é um comportamento corporativo responsável, é uma prática predatória que prejudica os pais, causa conflitos nas famílias e prejudica a saúde das crianças”.
Por sua vez, a porta-voz da empresa nos Estados Unidos, Danya Proud, considerou que “o processo judicial não tem mérito” e reafirmou o orgulho da marca no Happy Meal: “Vamos defender vigorosamente a nossa marca, a nossa reputação e as nossas refeições”.
Fonte: Adverstising Age


