William R. Smith, o diretor da revista, anunciava na promoção da publicação: “A agenda liberal dominou durante muito tempo as nossas instituições educativas, os meios de comunicação e as indústrias de entretenimento, por isso, é imperativo que ensinemos valores conservadores aos nossos adolescentes”.
Mas, de acordo com o jornal i, o site da publicação foi recentemente apagado, tal como o Facebook. “A gravação de atendimento no telefone da ‘The Conservative Teen’ diz que o número foi desligado e sobre o diretor pouco se sabe. Apenas que William R. Smith é o mesmo nome de um político norte-americano”, revela o mesmo diário.
O fim da publicação não é oficial; nos Estados Unidos da América (EUA) há rumores de que a polémica criada pelo primeiro número da revista foi o suficiente para que a mesma acabasse. Isto porque os dois artigos que geraram mais discussão foram um sobre o aborto e outro com a caricatura de Barack Obama. “Porque é que os que ainda não nasceram necessitam da nossa proteção?” incentivava os leitores a “luterem” pelos “irmãos e irmãs mais novos” e a “rezar regularmente pelo fim do aborto”. Já o texto sobre o presidente dos EUA foi considerado como “puro racismo”.
A maioria da opinião pública americana – revela o i – admite mesmo que a “The Conservative Teen” é “pouco mais do que a recitação cansada da plataforma do Partido Conservador Cristão”.
Fonte: Jornal i


