“O mundo dos paid, owned and earned media está em constante mudança e temos que estar atentos a este movimento porque o Google tem know how de search: o Google sabe o que queremos, o Facebook sabe quem somos. O Facebook tem dados relativos a interesses, mas o Google tem dados relativos a intenções”, explicou Filipa Osório, managing director da OMD.
O Google+ atingiu, em duas semanas, 10 milhões de utilizadores, mas o Facebook continua a ser a maior rede social do mundo e deve manter este estatuto, já que tem uma esfera de influência bastante consolidada e alargada, uma comunidade ampla e funcionalidades como a partilha de imagens, chat e aplicações. A conclusão é do estudo preliminar da OMD.
A OMD conclui também que a grande mais-valia do Google+ é o “sparks”, um motor de busca que agrega conteúdos à medida dos interesses de cada um, de forma a permitir que se encontrem conteúdos relevantes para cada utilizador.
O estudo aponta também para o apelo do voyeurismo como causa da popularidade do Facebook. Esta rede social é, sobretudo, um meio de consumo, uma vez que os utilizadores retiram mais valor da leitura de actualizações dos outros do que da actualização do seu próprio perfil.
Fonte: LPM

