Em comunicado, a Unicre refere que esta evolução positiva deve-se, de acordo com o relatório e contas aprovado hoje em assembleia-geral, “quer à redução de custos gerais e administrativos, quer das provisões, devido ao bom comportamento observado ao nível da sinistralidade”.
Os custos de funcionamento baixaram 15,7 por cento, através da redução dos gastos gerais administrativos, na sequência da redução dos custos de processamento e dos custos de funcionamento operativos.
Ao mesmo tempo, a redução dos custos de estrutura, superior ao decréscimo do produto bancário, permitiu uma melhoria no rácio de eficiência de 63,7 por cento para 61,1 por cento.
Igualmente positiva foi a descida dos níveis de sinistralidade, que conduziu à redução acentuada do custo do risco de crédito, em 26,5 por cento.
Quanto ao ativo líquido, este aumentou 3,9 por cento no exercício de 2010, para 310 milhões de euros, “não obstante o decréscimo da carteira de crédito concedido a clientes”, ressalva a Unicre.
Já no que respeita ao capital, a empresa terminou o ano com um rácio de solvabilidade de 13,7 por cento, a que corresponde um Tier I (rácio do capital próprio do banco versus os seus ativos ponderados pelo risco) de 11,9 por cento.
Sob a marca Redunicre, é detentora, em Portugal, da maior rede de aceitação de cartões de pagamentos automáticos, com um volume de faturação de 17,3 mil milhões de euros em 2010 e cerca de 75 mil terminais.
Ao nível da emissão gere 460 mil cartões de crédito, 231 mil dos quais da marca Unibanco.
SMS
Lusa/fim
