Estruturamos e propiciamos conversas.
Funciona assim:
À esquerda dos dois pontos fica o porta-voz, a fonte de informação, a LPM ou o Cliente. À direita dos dois pontos ficam os argumentos, os actos e os factos das instituições cuja reputação ajudamos a construir.
As frases que se seguem aos nossos dois pontos adquirem as mais diversas entoações. E ao exemplificar aquilo que dinamizamos, lá aparecem eles:
– Planeamento estratégico em comunicação: com reticências, como sementes para futuros sucessos;
– Contactos com a comunicação social: sempre entre aspas;
– Eventos: exclamativos, pelo impacto;
– Debates: onde prima a interrogação;
– Comunicação de contingência: entre parêntesis, claro;
– Edições institucionais: que são como um travessão estendido na relação das organizações com os seus clientes, prescritores, associados e outros públicos;
– Comunidades online: com dois pontos seguidos de parêntesis, que dá um J;
– Enfim, a lista não acaba, por isso não há ponto final.
Identificamos o nosso trabalho com o dos sinais de pontuação porque eles codificam a linguagem, estruturam ideias, atribuem sentido e expressividade.
Os dois pontos dão que falar. Dão espaço, dão tempo, dão palco. E é essa influência que gostamos de conferir aos projectos dos nossos clientes.
Assumimos os dois pontos como o nosso quarto caracter porque encaramos a influência como um mecanismo dialéctico: não se trata apenas de surtir efeitos nos públicos, mas também de saber compreendê-los e moldar as organizações aos contextos, às expectativas, ao outro.
Com eles pontuamos um percurso de liderança e uma visão de futuro.
Os : remetem também para o futuro. Para o que está por dizer e inventar. Para os desafios dos novos Media e dos Media Sociais. O futuro da Comunicação. E é esse, já o estamos a construir.
LPM: e a frase fica em aberto, como a nossa porta

Passamos a explicar: