Este ano, a palavra de destaque no saco é “sororité” (sororidade), a qual retrata um sentimento de irmandade, empatia, solidariedade e união entre as mulheres. A La Redoute quer transmitir, a todas as mulheres que – de alguma forma – já foram vítimas de agressões físicas e psicológicas, que há apoio e luz após a escuridão.
“Enquanto empresa, enquanto marca, enquanto empregadores e atores na sociedade, temos de ter consciência do nosso papel no âmbito da responsabilidade social. Esta é uma forma, ainda que simbólica, de chamar a atenção para um problema que é real, e demonstrar como todos nós podemos contribuir diretamente para o bem-estar e a melhoria de vida das mulheres e famílias que procuram proteção junto deste tipo de entidades [como a Associação Mulher Séc. XXI]”, defende o CEO da La Redoute, Paulo Pinto.
Por seu lado, a presidente da direção da associação, Susana Pereira, afirma que a ação da marca é “mais do que importante, é essencial” para as vítimas, uma vez que tem permitido melhorar os locais onde estas são atendidas e acolhidas quando procuram auxílio. Os espaços antigos têm sido, assim, transformados em “locais mais acolhedores, para que se sintam reconfortadas e encorajadas a recomeçar”.
Ao adquirirem o saco solidário, os clientes da La Redoute estarão a contribuir para a realização de obras na Casa de Acolhimento de Emergência, da Associação Mulher Séc. XXI.

