1908 Lisboa Hotel comemora 7 anos com exibição de obras de 7 artistas

O 1908 Lisboa Hotel já tem sete anos. Abriu as portas ao mundo no mês mais curto do ano, aquele em que se celebra o Amor, em pleno Intendente, bairro mal-afamado onde sempre se viveram paixões proibidas e escandalosas. Um hotel irreverente e temerário, que arriscou onde poucos se atreveriam e que chega ao seu sétimo aniversário, cheio de histórias para contar. Um projeto gerido pela Amazing Evolution, que, à boleia de um número místico se associa a 7 artistas para criar 7 obras originais que vêm engordar a já exuberante e muito alternativa mostra de arte contemporânea, que desfila por todo o hotel. Mais um fio na densa teia de compromisso e de intimidade com a cidade, a vivência urbana, os seus artistas e a arte contemporânea.
O 1908 Lisboa Hotel já faz sete anos, mas parece que foi ontem, porque o tempo, por aqui, corre irrequieto, tentador e de forma muito inspiradora.
A fim de celebrar a data e dar a conhecer as novas obras de arte, o hotel não olhou a meios e despejou todo o primeiro piso do edifício – da autoria do premiado arquiteto Adães Bermudes –, e dedicou um quarto a cada peça de arte, numa noite – 28 de fevereiro – dedicada à celebração deste hotel de espírito alternativo e alma apaixonada. Por lá passaram amigos e fãs e bateram mais forte corações e inspirações. Cada uma das sete obras de arte será reproduzida 10 vezes, numa versão fotografada e impressa, para que, de forma permanente, circulem pelos 36 quartos do mais irreverente e artístico hotel da cidade.Porque 7 anos é obra… de arte

Deixem passar os artistas

• Maria imaginário
• Carolina Piteira
• Kampus
• Catarina Glam
• Ana+Betânia
• Restless
• Nature the Artist

Estes são os nomes dos sete artistas chamados a intervir. Mais Elas do que Eles, porque a questão da igualdade e da paridade ainda são temas que inquietam.
Uma iniciativa de cariz cultural que sublinha e dá seguimento ao forte compromisso do 1908 Lisboa Hotel com a cidade, a cultura local, os novos talentos e a criação contemporânea. Estas são as novas peças em exibição permanente e privada nos quartos do 1908 Lisboa Hotel.
À semelhança de todas as outras que já fazem parte da identidade e do espólio do 1908 Lisboa Hotel, com destaque para a já emblemática libélula e ao escaravelho de Bordalo II, as peças dos Irmãos Marques e o vertiginoso mural de Vanessa Teodoro, que serve de paisagem no percurso do elevador de vidro, as novas peças de arte ficarão em permanente exibição no hotel, enquanto mais um privilégio para todos os hóspedes.
Experimenta-se o hotel enquanto pequena galeria de arte, com uma mostra bem representativa das novas linguagens. De forma inspirada e inspiradora valoriza-se, a uma só vez, a vivência do hóspede e do próprio espaço.
Miniteatro imersivo
O evento, um encontro para amantes do 1908 Lisboa Hotel e de arte contemporânea, incluiu DJ set, um atelier de tatuagens, a cargo do traço animado de Restless, e um inesperado e imersivo espetáculo de teatro, o qual teve por base um dos quartos do primeiro piso, reinventado na noite de dia 28 de fevereiro e transformado em palco, tal como todos os restantes espaços públicos. Por eles, e em ambiente intimista e de total proximidade, circularam enredos e dois atores/hóspedes que passaram a noite a atuar e a interagir com base numa performance ensaiada pela atriz Ana Padrão, que também assegurou o guião, e interpretada por Ema Fonseca e Hugo Nicolau. Acompanhar pedaços desta vida ficcionada fez parte do fascínio da noite.

Quinta-feira, 29 Fevereiro 2024 12:06


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