Acabou de abrir o Kureiji Izakaya

O Kureiji Izakaya abriu portas no Cais do Sodré! O nome Kureiji, que significa crazy samurai, reflete a combinação perfeita entre tradição e ousadia, que define a experiência gastronómica única deste novo espaço. Já Izakaya leva-nos à atmosfera do típico bar japonês que, para além de uma vasta selecção de bebidas, serve pratos para partilhar com amigos ou colegas de trabalho. No Kureiji Izakaya, a comida está no centro da experiência, é claro, mas o estímulo vai muito além do paladar.
O Kureiji vem trazer a Lisboa a essência da taberna japonesa acomodada por uma localização e arquitetura privilegiadas, que se pretende que seja um organismo vivo, alimentado pelas histórias que lá se vivem, sempre ao som das melhores batidas. Destaca-se no universo do seu segmento, como uma experiência multissensorial com características únicas, graças à sua proposta high end, mas que se quer democrática. Um caldeirão de influência japonesa em Lisboa.
À frente da cozinha, e à vista de todos, está o chef João Francisco Duarte, um nome que traz consigo uma vasta experiência na gastronomia asiática. Para João Francisco, a cozinha japonesa não é uma novidade, mas sim um caminho que tem vindo a aprofundar ao longo dos anos. Depois de passar pelo Eleven, pelo Arola e o Midori na Penha Longa, pelos míticos Bica do Sapato e Sushi Samba em Londres, pelo Tarara, no Beato como chef proprietário, e mais recentemente pelo Soão, o chef tomou agora as rédeas do Kureiji Izakaya, não sem antes passar longas semanas no Japão à procura de novas inspirações para o seu novo projeto enquanto chef e sócio.
Com esta bagagem, o chef assina agora uma carta cuidadosamente elaborada, onde cada prato é feito de raiz, e combina opções tradicionais japonesas para todos os gostos. Para partilhar, destacamos os Nigiris Ukama ou Shu Toro, as Gyosas, as crocantes Tempuras ou os puríssimos Usuzukuris de pregado ou lírio. Na carne, todas as atenções se viram para o marmoreado, suculento, sempre nobre Wagyu, no prato ou também servido como Wagyu Sando (sanduíche de carne wagyu), que também existe na versão Katsu Sando (com lombo de porco panado e frito) e vai na perfeição com uma cerveja Asahi 50cl. O Yakisoba e o Yakimeshi, que é como quem diz macarrão frito e arroz frito, são boas opções de pratos de conforto, nas suas versões Tori (frango), ou Ebi (camarão). Cada prato é uma verdadeira viagem sensorial, com uma atenção obsessiva à qualidade e frescura dos ingredientes, oriundos de fornecedores locais como o Mercado 31 de Janeiro para grande parte do peixe e legumes, as ostras de Olhão, o matcha proveniente da Sakuraen.
Para acompanhar os pratos foi desenvolvida uma carta de vinhos repleta de verdadeiras pérolas, com a curadoria de António Maçanita, que assina o “vinho da casa” (tinto, branco e rosé) a preços acessíveis, e contempla outras opções de maridagem perfeita, como o espumante rosé Fita Preta, A Laranja Mecânica (vinho laranja), o Tinta Negra dos Vilões e o Crosta Calcária de Nuno Faria do produtor “Profetas e Vilões”, bem como alguns vinhos vulcânicos e umas quantas castas raríssimas.
Da sala, podemos esperar um serviço personalizado, de excelência, indispensável ao grande objectivo de vir a posicionar-se como um dos mais interessantes e completos restaurantes da cidade, um templo de criatividade e qualidade, a casa habitual de muitos locais, o must go de quem visita Lisboa. Localizado na Rua de São Paulo, uma das mais vibrantes da capital, o restaurante oferece o palco ideal para uma conversa tranquila à hora de almoço, para relaxar depois de um dia de trabalho com uma cerveja ou um sake e um petisco, ou para uma noite animada de sexta-feira que puxa a explorar a carta de cocktails de autor e, quem sabe, acabar com um pézinho de dança a som do DJ residente, Tiago Santos, da rádio Oxigénio.
Ao Kureiji vai-se para viver uma experiência gastronómica imersiva, onde todos os sentidos são estimulados. É, acima de tudo, um espaço criativo que se transforma ao longo do dia, e se adapta ao ritmo da cidade.
“Queremos que o Kureiji seja um sítio onde a comida é um excelente pretexto para as pessoas estarem à vontade e serem felizes”, afirma com um enorme sorriso, Diogo Esteves, sócio responsável pelo projeto.

Quinta-feira, 20 Março 2025 17:25


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