Quando o Marketing deixa de prometer e começa a provar

Num olhar sobre o presente e o futuro do Marketing, a diretora de Marca e Comunicação da MEO, Luiza Galindo, defende a inteligência artificial como motor da experiência de marca, destacando a personalização responsável, a criatividade aumentada e a orientação para o valor como pilares para competir em 2026.

Quando o marketing deixa de prometer e começa a provar

Em 2025, a Inteligência Artificial (IA) deixa de ser tendência e passa a ser o motor da experiência de marca. Na MEO, acreditamos que o futuro se constrói com três prioridades essenciais. Primeira, a personalização responsável: trabalhamos os nossos dados para criar experiências únicas, sempre com respeito pela privacidade através de mecanismos robustos de proteção. Segunda, a criatividade aumentada: os assistentes digitais aceleram a ideação, testam variantes e garantem consistência no tom e nas nossas brand guidelines, mas é a curadoria humana que assegura relevância e autenticidade. Terceira, a orientação para o valor: modelos preditivos afinam o investimento em meios, comprovam incrementalidade e ligam o marketing ao negócio, promovendo abordagens diferenciadas e experimentação.

Para o consumidor, a relação com a marca torna-se conversacional e útil no dia a dia, com agentes que resolvem, recomendam e agilizam o processo de compra. Para a organização, a governança de dados e a IA responsável, suportadas por redes programáveis e segurança avançada, permitem escalar com confiança. 

Em 2026, estas capacidades consolidam-se: as marcas vão competir pela confiança, pela rapidez de aprendizagem e pela utilidade. A vantagem será de quem unir dados de qualidade, talento e propósito, mantendo o essencial: uma narrativa clara, coerente e humana – a marca como experiência viva.

Luiza Galindo, diretora de Marca e Comunicação da MEO

Quarta-feira, 14 Janeiro 2026 13:33


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