Um conceito único acaba de nascer em Vila Nova de Gaia, trazendo um espaço sofisticado, exclusivo e inteiramente dedicado à experiência sensorial: o Kopke Wine & Jazz – Music Club. No interior dos históricos armazéns da mais antiga Casa de Vinho do Porto, a Kopke, é este o enquadramento ideal para uma proposta inédita: música ao vivo que se funde com a presença imponente de 2.5 milhões de litros de vinho que aí repousam e envelhecem. O vinho, a música e a arte entrelaçam‑se num ambiente envolto de história, convidando os visitantes a desfrutar de cada momento num ritmo próprio, marcado pelo caráter singular destes armazéns centenários.
O Kopke Wine & Jazz – Music Club está aberto de terça-feira a sábado, entre as 19h00 e as 00h00, com programações de música ao vivo vivo nos estilos jazz, blues e smooth tributes de quinta-feira a sábado a partir das 21h30. O acesso é feito pelo interior do hotel Tivoli Kopke Porto Gaia, que assegura uma ligação direta tanto ao espaço como às caves. Os hóspedes do hotel beneficiam de entrada gratuita, enquanto para visitantes externos o acesso tem um valor de 25€ nos dias com atuações ao vivo, montante que inclui a oferta de um copo de vinho do Porto.
Com uma seleção vínica criteriosamente selecionada, o Kopke Wine & Jazz – Music Club distingue‑se também por proporcionar visitas guiadas às emblemáticas caves Kopke, onde é apresentada uma breve imersão no universo dos Vinhos do Porto Kopke. As visitas são realizadas diariamente em dois turnos – às 19h15 e às 19h45. De forma complementar, estão também disponíveis seis provas de vinho diferenciadas, que abrangem tanto os conceituados Vinhos do Porto Kopke como os vinhos tranquilos Douro DOC das marcas São Luiz e Quinta da Boavista. Uma oportunidade para os visitantes explorarem, em profundidade, a excelência e a diversidade que definem estas referências do Douro.
A atmosfera é enriquecida por áreas de estar e uma estética elegante. A impressionante garrafeira iluminada, exibindo vinhos do Porto de diferentes colheitas e anos, celebra o legado e a excelência da marca. Num registo intimista e autêntico, o Kopke Wine & Jazz – Music Club apresenta ainda uma carta de cocktails que combina interpretações vínicas sofisticadas com clássicos de assinatura, a par de opções não alcoólicas concebidas com igual rigor. A experiência estende‑se à gastronomia, com uma cuidada seleção de propostas leves que incluem carpaccio de novilho, carpaccio de polvo, caviar com blinis, tábuas de queijo e charcutaria, ostras frescas e salada de burrata, pensadas para harmonizar com a diversidade de vinhos disponíveis e elevar cada momento.
“No Kopke Wine & Jazz – Music Club, tudo se encontra: o caráter e identidade dos vinhos do Porto Kopke, a expressão das obras de arte de artistas internacionalmente reconhecidos e a vibração de cada nota que ecoa neste espaço que pensa e respira música. Neste lugar aberto a todos os que procuram algo verdadeiramente distinto, a força dos nossos vinhos, a expressão artística e a energia da música convergem. É desse encontro que nasce uma nova referência no panorama cultural de Gaia e da região do Porto”, salienta Francisco Viana Brito, diretor geral do Tivoli Kopke Porto Gaia.
Para além da oferta diária, o Kopke Wine & Jazz – Music Club irá apresentar um calendário de experiências exclusivas, concebidas para aprofundar a relação entre vinho, gastronomia, arte e bem‑estar. Entre estas iniciativas destacam‑se jantares vínicos, aberturas de garrafas a fogo que celebram a tradição e a mestria enológica da Casa Kopke, e propostas que aliam a componente artística a momentos de contemplação e relaxamento.
No que diz respeito à arte, esta também assume um papel central, com a presença de obras de relevância internacional que impactam a experiência do visitante. No coração do Kopke Wine & Jazz – Music Club, a escultura cinética “OctaNet Kopke”, do artista venezuelano Elías Crespín, ocupa grande parte da área superior, revelando‑se em movimentos contínuos que criam uma experiência visual hipnótica e envolvente. A este diálogo acrescenta‑se “Freestanding Birch”, do britânico Anthony James, uma peça de forte impacto visual que provoca uma sensação de profundidade infinita. A componente artística é ainda enriquecida por duas litografias de Joan Miró – “Grande Écaillière” e “Guerrière de Cent Ans (La)” – que reforçam a ponte entre a arte moderna e contemporânea e pela obra “Caballo” de Manolo Valdés, uma peça sublime e delicada.
