A Delta Cafés estreia a campanha “Há muito Alentejo em Delta”. Esta comunicação tem como objetivo celebrar as pessoas, os saberes e as tradições que moldam o carácter da região de onde a marca é natural.
Esta publicidade conclui o projeto da insígnia que percorreu diferentes regiões do País para celebrar as histórias, tradições e comunidades que dão forma à identidade portuguesa.
A campanha dá voz a histórias e pessoas reais, revelando os seus ofícios e celebrando diferentes formas de viver, criar e preservar a região. Entre os elementos destacados estão os campos de cortiça, a tapeçaria de Arraiolos, o céu estrelado do Alqueva e as flores de papel que anunciam o regresso das Festas do Povo de Campo Maior, dez anos depois.
Ao longo destas narrativas, o café é algo que acompanha os momentos que marcam o quotidiano, tais como o início de um dia de trabalho, os momentos de pausa, a partilha de um saber, o encontro entre pessoas ou uma noite sob o céu. Para a Delta Cafés, estes são momentos que traduzem traços comuns à marca: “a proximidade às pessoas, a valorização das comunidades, a autenticidade dos gestos e a ligação às origens”.
A diretora de Marketing e Comunicação de Cafés do Grupo Nabeiro explica que, com esta campanha, o objetivo foi celebrar a ligação entre a marca e o Alentejo, dando protagonismo a pessoas e histórias reais que mostram diferentes formas de criar, cuidar e olhar para o território. “É também quando reconhecemos e nos orgulhamos da identidade e da história que nos fizeram quem somos que ganhamos ainda mais confiança naquilo que queremos construir enquanto marca, mantendo viva essa ligação entre a nossa origem e o futuro que queremos continuar a alcançar.”, afirma Mónica Oliveira.
Com visibilidade em meios de exterior e digital, a comunicação vai estar presente na região do Alentejo e em localizações de afinidade com este território, chegando ao público num momento simbólico para Campo Maior. Acompanhando o regresso das Festas do Povo, celebra uma tradição que transforma milhares de flores de papel numa “expressão única de criatividade, união e orgulho local”.
Simão Raposo





