Diz que sim a uma parceria quando…
O match é orgânico.
O momento mais inesquecível do seu percurso até agora
2017, a minha primeira final numa etapa do World Tour.
Um atleta hoje também tem de ser criador de conteúdos?
Não diria um criador de conteúdos (influencer), mas, sim, a realidade mudou e faz parte partilhar, de uma forma orgânica, a nossa realidade, desde treinos, viagens, vitórias, derrotas… tudo aquilo que nos humaniza e nos faz mais relatable.
Que tipo de conteúdo sente que gera uma maior ligação com a sua comunidade?
Tudo o que é real, o que realmente se passa na vida de um atleta, desde a vida pessoal à competição, mas tem de ser orgânico; as pessoas identificam-se com a história.
Story ou post?
Post.
Como equilibra a vertente competitiva com a exposição digital?
Vou ser honesto, para mim não é fácil. A maior parte das pessoas acha que este lado digital é uma coisa simples e fácil, mas é o oposto. As coisas são pensadas e têm muito trabalho por trás. Juntando isto à competição, que é realmente a prioridade, às vezes é complicado gerir bem as duas coisas.
O que procura transmitir a quem o acompanha online?
O meu caminho, os altos e baixos, e tento passar os valores que me fizeram vingar na minha profissão.
Até que ponto é importante manter a autenticidade nas redes sociais?
Só com autenticidade faz sentido.

