Elsa Oliveira Santos mostra a Impressão Digital

A Head of Corporate Marketing & Communication da Samsung Portugal, Elsa Oliveira Santos, encontra na solidariedade uma das suas principais características e no pai a sua maior inspiração. Entre boas conversas, que a fazem perder a noção do tempo, e o refúgio na aldeia do Norte do País, não dispensa a leitura de “A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón, nem um abraço, que considera insubstituível pela tecnologia.

Elsa Oliveira Santos digitaliza a Impressão Digital

A leitura obrigatória

“A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón. Este livro fala sobre um dos meus temas favoritos, a literatura.

O filme da minha vida

 “A Vida é Bela”. Acho que é um filme que nos marcou a todos, não só pelo momento histórico, mas por nos lembrar que, às vezes, o riso salva.

O carimbo que me falta no passaporte

Colômbia.

O meu refúgio

A minha casa na aldeia do meu pai, no Norte do País.

O meu guilty pleasure 

Não dispenso um copo de vinho a acompanhar uma boa conversa.

A minha maior inspiração

O meu pai.

A palavra que me descreve

Solidária. Sinto que a energia que dedicamos aos outros é-nos retribuída em dobro, e ver alguém bem dá-me muito gozo.

O gadget que não dispenso

O meu telemóvel, atualmente o Galazy Z Fold8 Ultra. É a minha agenda, máquina fotográfica e o meu escritório.

Um talento que gostava de ter

Dançar hip-hop. Adoro dançar e divertir-me, sendo um género que não domino, acho que seria um ótimo talento.

O que me faz perder a noção do tempo

Boas conversas.

A marca da minha vida

Spotify. É uma marca que me acompanha todos os dias nos últimos anos, responsável por me relembrar de todos os meus álbuns e artistas favoritos.

O que a tecnologia não substitui

Um abraço.

Se não fosse marketeer, seria…

Médica. Dedicar tempo aos outros faz-me bem.

A melhor pessoa para uma campanha da Samsung

Júlio Isidro, porque é uma cara e voz conhecida de todos nós. Sendo o AI Living e a casa conectada um tema cada vez mais importante para a Samsung, quem melhor seria do que um rosto que entra pelo nosso ecrã há mais de cinquenta anos?

O que me falta fazer

Subir mais vulcões.

Segunda-feira, 26 Outubro 2026 12:53


PUB