A imagem distinguida mostra uma criança que recolhe materiais recicláveis, para obter algum tipo de rendimento que lhe permita ajudar a família, deitada num colchão rodeado por lixo que flutua no rio Pasig, que já foi declarado biologicamente morto na década de 1990. No seu conjunto, a mostra retrata “o perigoso caminho que a humanidade enfrenta, quando descura os direitos fundamentais e abandona a preservação do meio ambiente”.
Em simultâneo, o fotojornalista lança um livro, que partilha o nome da exposição, que contém 70 fotografias que retratam, “de forma crua”, a realidade que encontrou em Manila. A obra surge como um apelo à ação e é da responsabilidade da Nomad, sob edição de Mário Cruz e em colaboração com o Estúdio Degrau.

