Sá Pessoa propõe uma nova forma de vivenciar a experiência singular do Alma, com um complexo e invulgar pairing sem álcool.
O chef e a sua equipa quiseram oferecer uma resposta diferenciada e surpreendente a todos os que se sentam no Alma, e optam por não consumir álcool, com a habitual criatividade, mestria e rigor.
Pairing, significa, por definição (no contexto gastronómico) a harmonização de pratos com bebidas, tradicionalmente elaborada com vinhos e cocktails. É um desafio a uma experiência sublime, que procura espicaçar os sentidos, na qual somos conduzidos de forma premeditada, momento a momento. Uma arte sem grandes regras, senão a sensibilidade, que pretende elevar exponencialmente a experiência do fine dining.
Para ilustrar o que o espera com este novo pairing, escolhemos da carta o menu degustação “Costa a Costa”, uma homenagem ao peixe marisco da nossa costa.
Chegam as entradas…Primeiro, a Lula recheada, que se faz anunciar com o Muri Yamilé: uma bebida à base de uma fermentação carbónica de framboesas e groselha, ruibarbo fumado lacto-fermentado e kefir de pimenta rosa. Ligeiramente gaseificada, frutada e cremosa com um delicado fumado.
Segue-se o Carabineiro, no prato, e no copo o Muri-Passing Clouds, um fermentado de groselha branca original de Copenhaga, com kefir de marmelo, chá jasmim, geranium (flor) e açafroa. Que dupla…
Passando aos pratos principais, começamos com o Arroz de Tamboril e Lavagante Nacional que chega ao som do borbulhante Kollonne/Null Rosé Spark a ser servido. Um espumante rosé, produzido pela Kolonne Null na Adega Wasem, na Alemanha, nas margens do rio Reno. Um vinho de-alcoolizado e espumantizado, feito de 100% Sylvaner. Continuamos no mar (e no céu) com um Robalo em duas confeções emparelhado com Chá Preto Violeta e Cogumelo da Companhia Portuguesa do Chá. Uma infusão feita no Alma, a frio, com cogumelos marron frescos laminados. Servido à temperatura de um vinho tinto (14 graus) para que se sintam os sabores mais umami e terrosos do cogumelo, a envolver os taninos do chá.
Terminamos com a sobremesa: Mar e Citrinos 2.0 e Limonada Sabugueiro, Amêndoa, uma bebida gaseificada, fresca com pouco açúcar servida sobre uma pedra congelada como se das ondas do mar das rochas se tratasse. A finalizar, a brisa do mar num spray de algas a perfumar o copo (pairing 90.00€).
Mais uma inovação num ALMA que mudou a paisagem gastronômica de Lisboa, que não pára de evoluir, e que conquistou pelo sexto ano consecutivo, as duas estrelas Michelin que detém desde 2018.
O chef e a sua equipa quiseram oferecer uma resposta diferenciada e surpreendente a todos os que se sentam no Alma, e optam por não consumir álcool, com a habitual criatividade, mestria e rigor.
Pairing, significa, por definição (no contexto gastronómico) a harmonização de pratos com bebidas, tradicionalmente elaborada com vinhos e cocktails. É um desafio a uma experiência sublime, que procura espicaçar os sentidos, na qual somos conduzidos de forma premeditada, momento a momento. Uma arte sem grandes regras, senão a sensibilidade, que pretende elevar exponencialmente a experiência do fine dining.
Para ilustrar o que o espera com este novo pairing, escolhemos da carta o menu degustação “Costa a Costa”, uma homenagem ao peixe marisco da nossa costa.
Chegam as entradas…Primeiro, a Lula recheada, que se faz anunciar com o Muri Yamilé: uma bebida à base de uma fermentação carbónica de framboesas e groselha, ruibarbo fumado lacto-fermentado e kefir de pimenta rosa. Ligeiramente gaseificada, frutada e cremosa com um delicado fumado.
Segue-se o Carabineiro, no prato, e no copo o Muri-Passing Clouds, um fermentado de groselha branca original de Copenhaga, com kefir de marmelo, chá jasmim, geranium (flor) e açafroa. Que dupla…
Passando aos pratos principais, começamos com o Arroz de Tamboril e Lavagante Nacional que chega ao som do borbulhante Kollonne/Null Rosé Spark a ser servido. Um espumante rosé, produzido pela Kolonne Null na Adega Wasem, na Alemanha, nas margens do rio Reno. Um vinho de-alcoolizado e espumantizado, feito de 100% Sylvaner. Continuamos no mar (e no céu) com um Robalo em duas confeções emparelhado com Chá Preto Violeta e Cogumelo da Companhia Portuguesa do Chá. Uma infusão feita no Alma, a frio, com cogumelos marron frescos laminados. Servido à temperatura de um vinho tinto (14 graus) para que se sintam os sabores mais umami e terrosos do cogumelo, a envolver os taninos do chá.
Terminamos com a sobremesa: Mar e Citrinos 2.0 e Limonada Sabugueiro, Amêndoa, uma bebida gaseificada, fresca com pouco açúcar servida sobre uma pedra congelada como se das ondas do mar das rochas se tratasse. A finalizar, a brisa do mar num spray de algas a perfumar o copo (pairing 90.00€).
Mais uma inovação num ALMA que mudou a paisagem gastronômica de Lisboa, que não pára de evoluir, e que conquistou pelo sexto ano consecutivo, as duas estrelas Michelin que detém desde 2018.
