A tecnológica portuguesa FULLVENUE passa a chamar-se Clustie, numa mudança de identidade que acompanha a evolução do negócio e a ambição de reforçar a sua presença internacional no mercado de e-commerce. O rebranding acontece oito meses após o lançamento da atual plataforma, que conta já com mais de 80 clientes em 16 países e tem registado um crescimento médio de cerca de 30 % por mês.
A mudança de marca traduz a evolução de uma empresa que começou por desenvolver a sua atividade sobretudo nos setores do desporto, eventos e bilhética e que, com o crescimento do negócio, identificou uma oportunidade transversal a outros segmentos de comércio eletrónico.
A experiência acumulada com os primeiros clientes, primeiro na venda de bilhetes e, posteriormente, no merchandising de clubes, federações e outras organizações, permitiu à empresa perceber que o desafio que estava a resolver não era exclusivo destes setores: marcas de diferentes áreas enfrentavam a mesma dificuldade em identificar, entre os seus próprios clientes e utilizadores, aqueles com maior probabilidade de voltar a comprar.
É neste contexto que surge a Clustie, uma identidade criada para representar um posicionamento mais abrangente e uma clara ambição de crescimento no mercado internacional.
“FULLVENUE fez o seu caminho e permitiu-nos construir uma presença muito sólida nos setores do desporto, dos eventos e da bilhética. À medida que crescemos, tornou-se claro que o problema que estávamos a resolver era transversal a praticamente qualquer negócio de e-commerce. A Clustie representa esse novo horizonte e permite-nos apresentar ao mercado uma mensagem mais simples, forte e alinhada com a nossa ambição internacional”, afirma o CEO e cofundador da Clustie, Tiago Costa.
A plataforma ajuda marcas que vendem online a tirar maior partido dos dados que já possuem sobre os seus clientes, permitindo identificar públicos com maior probabilidade de compra e melhorar a eficácia das campanhas de marketing digital.
Segundo dados da empresa, a utilização da Clustie tem permitido aos clientes reduzir, em média, cerca de 30% o custo de aquisição de clientes em campanhas realizadas através da Meta.
A empresa disponibiliza atualmente um período experimental de 30 dias, após o qual cerca de oito em cada dez clientes avançam para um plano pago, um indicador que a Clustie considera particularmente relevante para validar a capacidade da solução em gerar resultados num curto espaço de tempo.
O crescimento tem sido acompanhado por uma forte componente internacional. Portugal, Espanha e Estados Unidos são os principais mercados da empresa, sendo que mais de 70 % dos clientes da Clustie são internacionais.
Entre os clientes e parceiros com quem a empresa trabalha encontram-se organizações como Ticketline, Dubai Basketball, Primavera Sound, MEO Marés, Federação de Futebol do País de Gales (FAW), Villarreal CF e FC Famalicão.
Apesar da nova identidade, a empresa mantém a sede no Porto, a mesma equipa e a operação com todos os atuais clientes e parceiros. Os setores do desporto, eventos e bilhética continuarão a fazer parte da atividade da Clustie, mas integrados agora numa estratégia que procura levar a plataforma a marcas de diferentes verticais de e-commerce.
“A mudança não representa uma rutura com aquilo que construímos. Representa precisamente o contrário: é consequência da validação que tivemos no mercado e da dimensão que acreditamos que este produto pode alcançar. Mantemos a equipa, os clientes e a tecnologia, mas passamos a ter uma marca preparada para competir num mercado muito mais amplo”, acrescenta Tiago Costa.
A nova identidade coincide, assim, com uma fase de aceleração da empresa. Depois de atingir mais de 80 clientes nos primeiros oito meses de operação da plataforma, a Clustie definiu como objetivo chegar a mais de 500 marcas nos próximos 12 meses, reforçando simultaneamente a presença nos mercados internacionais.
“Queremos que a Clustie se torne uma referência internacional na segmentação de audiências para canais de marketing. Os primeiros meses mostraram-nos que existe procura, que o problema é global e que a solução funciona em diferentes tipos de negócio. Agora, o foco está em escalar”, conclui o CEO.
