A criação da imagem “*Vinha do Professor*” esteve a cargo da Joana Avô, do atelier Brand Taste, que quis refletir no rótulo, “excelência e singularidade”. “A missão era desenvolver um rótulo que representasse a qualidade excecional deste vinho, mas que também deixasse transparecer uma história rica e cativante, ligando o consumidor com a tradição e a paixão dos produtores”. Visualmente, as vinhas que se visualizam são formadas por palavras, uma representação que conta a história do vinho, com o número “6”, em relevo, como referência ao “Segredo 6”, o primeiro vinho lançado por Costa Boal e Francisco Costa (Costinha). “Este detalhe, subtil, convida os consumidores a explorar e descobrir mais, despertando sua curiosidade para essa “família” / ligação”.A escolha do papel também não foi deixada ao acaso. “Marcado com feltro com inclusões de fibra de palha, tem um apelo sustentável, mas também uma textura única e autêntica que simboliza o compromisso com a natureza e a terra, aspetos fundamentais na produção de um vinho de qualidade”.
Os acabamentos são reforçados com relevo, o verniz braille, o “ouro” estampado, o detalhe da numeração das garrafas na cápsula em letra manuscrita, que no seu todo lembram que “cada garrafa é especial e única”.
“O “Vinha do Professor” foi pensado para aqueles que vão apreciar não apenas o vinho, mas todo o caminho que o trouxe até à garrafa. Uma celebração da magia que acontece quando a arte e a tradição se encontram numa garrafa de vinho excecional”, rematam os dois sócios. A Vinha do Professor (assim chamada por pertencer durante décadas a um professor) integra o património das vinhas velhas de Trás-os-Montes, a região do País onde existem mais vinhas velhas, aquelas que encerram em si o esforço de uma vida a lidar com as intempéries naturais e humanas e que presenteiam, na 2 CC, com vinhos extraordinários, como o Segredo 6.
“Este vinho “Vinha do Professor” é, por isso, uma homenagem à sabedoria dos homens, como o Professor, que souberam preservar estas vinhas velhas e que nos transmitem um legado: videiras com muito poucos cachos, algumas só com um, que exigem um trabalho individual e personalizado, mas que retribuem, em dobro, com um potencial enorme para criarmos obras-primas, como esta”, adiantam António Boal e Francisco Costa.

