Pelo segundo ano consecutivo a marca Super Bock dá nome ao palco eletrónico, destacando-se como um dos seus espaços mais identitários do Festival e afirmando-se como um palco onde diferentes trajetórias culturais se encontram. Mais do que um lugar onde a batida fala português, este é um território onde o espaço físico e simbólico partilhado pelos artistas se transforma num verdadeiro ponto de encontro, um ambiente em constante mutação, marcado por cruzamentos, deslocações e novas formas de pertença.
O alinhamento deste ano traduz essa dinâmica, propondo uma circulação entre Portugal, os países africanos de língua oficial portuguesa, o Brasil e as suas extensões globais. As várias linguagens da música eletrónica dialogam com heranças afro-diaspóricas, refletindo a diversidade e a energia das pistas de dança atuais.
Assumindo-se como “a pista por onde transitam batidas transformadas pelo Atlântico”, Kalaf Epalanga, que faz parte da curadoria do palco, sublinha: “Mais do que um palco, o Super Bock Club no Coala Festival Portugal é um lugar de encontros. Aqui, a batida é feita de viagens, de memórias e de futuros possíveis.”
As atuações serão anunciadas em breve.
