A agência usou a sátira do “estranho cabelo do querido líder” para mostrar aos candidatos que, na Bazooka, se vive “uma revolução criativa constante”: “Não queremos pessoas com umas ideias tão fixas como a do pequeno Kim Jong-un, que pensou na obrigatoriedade de todos os norte-coreanos terem um corte único de cabelo, algo estranho”, disse ao Briefing o diretor criativo, Flávio Gart.
O recrutamento é consequência de um início do ano com “elevado crescimento”, o que obriga a agência a reforçar a equipa para “dar vazão a todas as solicitações” que lhe chegam.

