Porque – acrescenta –“o que caracteriza, distintivamente, os Prémios à Eficácia é o seu objetivo fundamental e singular no nosso mercado: distinguir o contributo da comunicação para o sucesso de um negócio ou atividade, considerando critérios concretos e objetivos, mesmo se eivados por alguma subjetividade de apreciação”.
Ao fazer cumprir esse objetivo, este evento “tem levado anunciantes e diversos agentes da comunicação e do marketing a adaptarem-se às novas realidades sociais, tecnológicas e específicas destas atividades profissionais, a melhorar as suas competências e a tornar maior o seu grau de exigência técnica a todos os níveis”. E, ao contribuir para a evolução do setor em geral, trazendo-lhe o reconhecimento do próprio setor académico, “tem contribuído para a sua inequívoca valorização”.
“Em todo este contexto, continuamos a ter a mesma atitude e é naturalmente intenção da GfK dar continuidade ao seu apoio ao evento em causa, através de um patrocínio que a empresa tem o privilégio de partilhar com um restrito número de entidades. Simultaneamente transmitindo assim legitimidade, e credibilidade, ao objeto patrocinado”, reforça.
E que retorno traz para a empresa esta presença? Responde António Salvador que “é sempre difícil determinar qual o contributo trazido pelo esforço de apoio, no plano financeiro, para a empresa patrocinadora, no conjunto de uma série de outros elementos (marketing mix)”. Entende, ainda assim, que “parece legítimo considerar que, pelo contrário, o retorno de natureza institucional obtido seja elevado, reafirmando a imagem da GfK como entidade que reconhece o potencial que tem um evento com as características referidas, de conseguir gerar benefícios sociais e de carácter profissional para o sector. E enquanto entidade também ela preocupada com o progresso da sua evolução”.

