Este acordo de venda com o CEO da MO, Francisco Pimentel, e pelo Fundo Mercúrio, da Oxy Capital, constitui um MBO (Management Buy Out), ou seja, uma aquisição pela atual equipa de gestão. Para a Sonae, é uma operação que se enquadra na estratégia de gestão ativa do portefólio, procurando encontrar as melhores oportunidades de desenvolvimento para os seus negócios.
O CFO, João Dolores, afirma que a empresa está “muito satisfeita” com esta operação e com o que ela significa para todas as partes envolvidas. “Quando surgem oportunidades melhores para as empresas e para as suas pessoas, que estejam enquadradas com os nossos valores, como neste caso, procuramos concretizá-las”. O responsável agradece ainda a todas as pessoas das equipas das duas marcas pelo “profundo empenho e compromisso” ao longo dos anos.
Já Francisco Pimentel considera “uma honra” fazer parte do legado de MBO da Sonae. Diz ainda que assume esta nova etapa com “muito entusiasmo e orgulho” nas insígnias, estando ciente da “grande responsabilidade acrescida”. “Acreditamos que este passo de maior autonomia é o mais adequado e será especialmente propício ao desenvolvimento e sucesso sustentado destes negócios”, defende.
Simão Raposo

