São três as versões diferentes das embalagens que os visitantes dos aeroportos nacionais podem adquirir em conjunto com a sua garrafa de vinho favorita. Cada uma delas celebra um tema que caracteriza Portugal, nomeadamente o fado, a saudade, o bairrismo, a alegria e o sol.
“Na Portugal Duty Free somos movidos pelo espírito de Portugal e adoramos mostrar ao mundo o que nos distingue”, afirma a diretora de Marketing, Cláudia Carvalho. “O vinho é, sem dúvida, um dos produtos que nos distingue e muito procurado por quem passa pelas nossas lojas. Nada melhor do que poderem levar esta lembrança envolta em mais cultura. Artistas que se destacam em áreas relativamente recentes, como o design e a arte urbana, que, através deste desafio, tão bem souberam pegar nas tradições nacionais e simbolizá-las em três ilustrações cheia de cor”, acrescenta.
Para o seu trabalho, AKACORLEONE recorreu ao romance como tema central da ilustração, ligando os elementos comerciais ao contexto de viagem. Esse conceito é apresentado através da mostra de objetos disponíveis em espaços comerciais do aeroporto num contexto romântico, tendo a intenção de ajudar a contar uma história. A referência ao uso da tecnologia também está presente devido ao facto de esta “tornar as nossas vidas mais fáceis”.
Já Mário Belém teve como ponto de partida “o universo falado português”. “As palavras que usamos no dia a dia, sobretudo palavras que nos identificam e que de alguma forma são palavras que tentamos ensinar aos que nos visitam”, explica. Foi esse o tema escolhido e que foi retratado “num contexto também muito português”, o dos letreiros e dos cartazes.
Kruella D’Enfer é outra das parceiras deste projeto e fundamenta que se inspirou na portugalidade, usando “várias referências de forma padronizada”, desde a mulher portuguesa com um cântaro na cabeça, à referência da Ermida da Memória situada no Cabo Espichel, às andorinhas, à geometria dos azulejos, às uvas, ao trigo, à guitarra portuguesa, ao cravo, à rama de oliveira, entre outras. “Para alguém que visite Portugal pela primeira vez, estes elementos podem evocar memórias dos sítios onde estiveram”, observa.
Simão Raposo





