Segundo Stephan Loerke, mananging diretor da WFA, os marketeeres devem criar padrões internacionais para a publicidade digital, permitindo que os consumidores estabeleçam preferências dos anúncios que estão dispostos a ver, e, de seguida, monotorizar, regularmente, essas respostas.
“A experiência da publicidade digital não é satisfatória para os consumidores. As marcas devem adotar uma visão alargada e criar um ambiente publicitário sustentável – não pondo as coisas de uma maneira que desliga os consumidores”.
Segundo a PageFair e o Adobe, o uso global de ad-block cresceu 41% em um ano, representando um total de 200 milhões de utilizadores. Nos EUA, o crescimento foi de 48%, na Europa foi de 35%, tendo atingindo os 82% no Reino Unido.
A proposta da WFA não significa “entrar em guerra” com a tecnologia mas sim encontrar caminhos que evitem o ad-blocking, criando um “ecossistema” publicitário, em que os anúncios sejam menos alienantes para o consumidor. Por isso, a associação pretende acertar estratégias com as partes interessadas, incluindo os membros, agências de publicidade e editoras.

