“O poder das agências é enorme. Não é um poder monetário, mas também não era bom que a indústria publicitária fosse poderosa só porque tinha muito dinheiro. O importante é ser poderosa porque agrega muito valor ao negócio dos seus clientes”, considera o Miguel Simões em entrevista ao Briefing.
Também nesta edição, a entrevista com Carlos Liz, partner da Ipsos Apeme, que deixa um alerta às marcas: “A marca não se pode distrair. Uma marca que não se esforça, que não alimenta a conversa com o seu consumidor não está a perceber o filme…Se o consumidor perceber que a marca não se acomodou, a marca é remunerada; se o consumidor desconfiar que a marca vive à conta do seu passado, a marca tem um problema”.
Fonte: Briefing | Nº 20 | Abril 2011



