No recinto existiam 33 culturas diferentes numa área de 1.500 m2, 324 animais de dez raças distintas numa área de 2700 m2, árvores de frutos numa área de 1350 m2 e ainda 85.000 plantas e mais 1500 canteiros, tudo numera área total ocupada de 5.500 m2, com um volume de solo de 380 m3.
Segundo João Seara, a iniciativa tem dois objetivos principais: “Apoiar a produção nacional e ao mesmo tempo incentivar o consumo daquilo que é português”. Desta feita, a marca procurou trazer não só o campo, mas também o mar até à cidade, num apoio à produção nacional e num apelo à portugalidade.
“Nesta altura de crise em que Portugal se encontra é muito importante para nós apoiar a produção nacional e também a pesca nacional. Ao mesmo tempo, dar a conhecer o que de melhor se faz em Portugal aos nossos consumidores. Já o fazemos dentro das nossas lojas e agora queremos faze-lo também numa iniciativa como esta”, acrescenta o diretor de Marketing do Continente.
Este apoio à produção nacional começará a sentir-se dentro das lojas da insígnia com a campanha “Escolha Portugal”, que arranca em breve, em que vão ser destacados produtos portugueses.
Relativamente ao peso desta iniciativa para a ativação da marca, João Seara crê que basta analisar a forma como os portugueses aderiram ao evento, que contou com a presença de mais de meio milhão de pessoas.
Quanto ao investimento, o diretor de Marketing não tem dúvidas de que “o investimento é sempre pequeno face ao retorno”. De acordo com João Seara, isto é uma questão de “ganhar o coração dos portugueses”, mostrar aos consumidores que o Continente está ao seu lado no apoio ao país.
Por isso, a marca aposta cada vez mais no marketing emocional como forma de ganhar o “share of mind” dos consumidores.
Fazendo um balanço dos quatros anos desta iniciativa o objetivo é continuar a apostar neste evento. No entanto, poderão surgir algumas novidades, até quem sabe mudar de cidade, ainda que não esteja nada planeado nesse sentido, revela João Seara.
Fonte: Briefing


