De acordo com a APAN, aquele consenso “permitiu o estabelecimento de soluções técnicas merecedoras da confiança de todos os interessados, contribuindo para o desenvolvimento da atividade publicitária e facilitando o financiamento da atividade televisiva”.
“Os anunciantes não aceitam e lamentam que seja colocada em causa uma instituição de autorregulação como a CAEM que tem dado provas da sua utilidade e que possa, assim, ficar abalada a confiança gerada ao longo dos últimos anos”, pode ler-se em comunicado.
Citada no documento, a secretária-geral da APAN, Manuela Botelho, sublinha que a associação “foi sempre intransigente na defesa de um modelo de medição de audiências fiável e transparente, adaptado aos novos desenvolvimentos tecnológicos, já que eles são incontornáveis para planear e aferir os resultados dos investimentos feitos na promoção de produtos e serviços”.

