A rede de ginásios femininos, que no ano passado celebrou 10 anos de existência, revelou as dificuldades sentidas na implantação do conceito numa economia como é a portuguesa. Ao Briefing, Pedro Ruiz, admitiu que “quando a marca crescia a taxas de 3 dígitos, a recessão económica veio arrefecer a perfomance e exigir um reavaliar do modelo de negócio, de potencial e oportunidades”.
Foco nos resultados sociais e nos benefícios dos franchisados, empenho na simplicidade da gama dos serviços disponibilizados e apostar num relacionamento “muito profissional e humano” com as sócias, são elementos chave que o CEO da empresa aponta para justificar o sucesso da marca.
“O número de contactos que todos os dias os nossos masters e nos próprios recebemos de potenciais franchisados” reflete o sucesso da mais recente aposta no mercado do Médio Oriente, disse Pedro Ruiz ao Briefing. O mais complicado neste mercado é a cultura ser diferente “do nosso mindset ocidental” o que tem exigido um esforço adicional na adaptação ao mercado.
Depois do Qatar, a aposta agora é na Indonésia. Pedro Ruiz considera que é “um mercado que faz parte do target de países asiáticos em rápido crescimento”. Esta aposta surge numa parceria com a CNI “um grande agente económico da Indonésia” com uma forma de estar no mercado muito semelhante à do VivaFit, adiantou o CEO da empresa.
Em Portugal, a marca prepara-se para assinar novos contratos para revendas já este ano e tem na manga novas aberturas para 2015.
“Assegurar que, apesar da flexibilidade, a marca oferece e comunica de um modo uniforme e constante em todo o mundo sempre com o mesmo DNA”, é a estratégia de branding adotada pela marca, disse Pedro Ruiz ao Briefing. O CEO da VivaFit disse, ainda, que a componente promocional fica a cargo dos parceiros da marca.

