Attero é também o termo em latim para “desperdiçar” e é precisamente esse o tema da mostra, que se assume como um comentário à sociedade consumista e à forma como os recursos da natureza são explorados.
As peças presentes são, assim, feitas a partir de desperdício, de achados de rua a que Artur Bordalo dá a forma de animais em grande escala – raposas, flamingos, rinocerontes, alertando para o risco de extinção.

