Briefing | Como a The Flying Man se propõe a mudar o conceito de comunicação online no mercado português?
The Flying Man | A The Flying Man compromete-se a trazer inovação e criatividade para a comunicação empresarial no mercado português. Nos dias de hoje vemos vídeos e outras peças de marketing tornarem-se rapidamente virais por conterem conteúdos ou técnicas inovadoras, causando o efeito-surpresa para o espetador. Passam a mensagem de maneira muito mais eficiente, pois prendem o espetador ao ecrã e incentivam-no a partilhar. Quando analisamos o mercado português, notamos um gap entre a comunicação empresarial e esta nova linguagem moderna que conta histórias de uma maneira mais dinâmica e cativante. Propomos uma abordagem mais moderna e eficiente para a comunicação empresarial.
Briefing | O que a The Flying Man traz de inovador para as marcas?
TFM | Estamos constantemente em cima das novas tendências do mundo multimédia. Hoje em dia com a Internet, o conhecimento está muito mais acessível. Surgiram comunidades onde se partilham e criam novas técnicas e conteúdos. Pegamos nessa inovação e inspiramo-nos, adaptamos e criamos soluções modernas para as empresas se destacarem no meio de tanta informação.
Briefing | Que técnicas do mundo cinematográfico a The Flying Man utiliza para promover as marcas?
TFM | Com as comunidades online dedicadas ao mundo cinematográfico e à partilha de conhecimentos, os amantes desta arte estão constantemente a inovar e estender os limites da criatividade. A nossa equipa está regularmente ativa nestas comunidades, a aprender e a inspirar. O que trazemos para promover as marcas são técnicas e equipamentos de vanguarda que permitem inovar na comunicação. Por exemplo há mais de um ano quando os drones não eram utilizados, já andávamos em cima da tecnologia. Ou a técnica de Timelapses e Hyperlapses, que trouxemos quando ainda era novidade.
Briefing | Como a agência pretende inspirar o mundo empresarial?
TFM | Queremos destacar e fazer voar os sonhos e projetos dos nossos clientes. Lançamos o desafio: How high do you wanna fly?
Briefing | Dizem-se 100% focados no mercado online, porquê a aposta no digital?
TFM | As empresas estão cada vez mais a apostar no mercado digital, que oferece soluções de marketing muito eficientes e com custos muito inferiores aos canais tradicionais. É um mercado em crescimento e com grande potencial.
O nosso conceito e estrutura enquadra-se neste mercado, daí estarmos focados a 100%, o que não significa que não possamos produzir para outros mercados, se necessário.
Briefing | Que marcas já aderiram ao conceito da The Flying Man?
TFM | Temos vindo a trabalhar com marcas em mercados bastante distintos, mas temos projetos individuais e avenças com clientes fixos. Oferecemos soluções multimédia para grandes empresas como o grupo Thema, L’Oréal, Four Seasons, MultiOpticas, Pfizer, Prossegur, Nestlé, Adidas, entre outras. Trabalhamos também com start ups e pequenas empresas.
Briefing | Como se diferenciam de outras agências para conquistar multinacionais?
TFM | A nossa estrutura permite-nos praticar preços mais competitivos e mostrar mais flexibilidade para o cliente, aspeto a que dão muito valor. A nossa abordagem, conceito e posicionamento são os grandes fatores de distinção. Estamos em apresentações e negociações com algumas empresas grandes, e no princípio de 2015 anunciaremos novos clientes.
Briefing | Criaram uma série de episódios – Around The Globe – que pretende gerar uma comunidade de seguidores e patrocinadores. Já têm algum resultado?
TFM | É um projeto que está ainda a ser desenvolvido e que tem dois objetivos principais: Por um lado criar uma relação mais próxima com os nossos seguidores e oferecer-lhes viagens virtuais à volta do mundo. Por outro, mostrar o nosso lado mais criativo, sem restrições de clientes, servindo também para portfólio. Neste momento temos o conceito criado, dois episódios lançados (Ilhas Canárias e Tailândia) e três por lançar (Ilhas Reunião, EUA e Costa Rica). Quando o fizermos e promovermos, vamos à procura de patrocinadores para produzir novos episódios em novos destinos.
Até hoje, vendemos os direitos do primeiro episódio para a Norwegian Airlines, para passarem num voo específico, durante 2 meses, a promoverem o destino. Serviu como teste da aceitação do mercado e o resultado foi interessante, temos três targets para nos focarmos: as companhias aéreas e agências de viagem para venderem voos e promoverem os destinos; Governos e turismos locais para venderem o país como destino turístico; Patrocinadores que se queiram associar ao conceito e a episódios específicos.
Briefing | Fazendo um trocadilho, até onde a The Flying Man quer voar?
TFM | Queremos ser a referência desta nova linguagem online e ser associados ao novo conceito de comunicação. Uma vez bem posicionados e estabelecidos no mercado português, pretendemos voar para novos países onde o mercado online esteja em crescimento e o conceito não presente. Angola e Moçambique são alguns dos países em mente.
Briefing | E, até agora, como tem sido a viagem da agência?
TFM | Tem sido muito positiva e sempre a subir. Passámos por algumas nuvens com turbulência, o normal quando se quer introduzir um novo conceito no mercado.
Algumas multinacionais, que têm regras internas estabelecidas, não estavam abertas a esta mudança, mas começam a perceber a qualidade e eficácia deste conceito. Aceitamos isso como um desafio. Acima de tudo, no final conseguimos provar que o investimento do nosso cliente traz retorno direto e o destaca no meio dos concorrentes.
Briefing | Como perspetivam 2015. Há novos projetos em mente?
TFM | Neste primeiro ano estivemos a testar e a perceber a aceitação do mercado – agarrámos clientes importantes e o resultado foi muito positivo. No último semestre concentrámo-nos em consolidar a equipa e a encontrar capacidade de resposta. Para o ano de 2015, vamos procurar agarrar mais clientes fixos e expandir o nosso portfólio, procurando um equilíbrio entre estrutura e procura, por um lado para apresentarmos capacidade de resposta, mas por outro para não criarmos custos fixos desnecessários.

“How high do you wanna Fly?” – em português Quão alto quer voar? – é o desafio lançado por Guilherme Melo Ribeiro e Simão Carneiro de Almeida, que juntos fundaram a agência criativa The Flying Man. Focados no digital, querem ser a referência da nova linguagem online e prometem causar o efeito-surpresa no consumidor com conteúdos e técnicas multimédia inovadoras.