“Em concreto, não se comprovam as denúncias de que o ministro tenha ameaçado promover um blackout informativo de todo o Governo em relação ao jornal e divulgar na internet um dado da vida privada da jornalista”, lê-se no mesmo.
Contudo, o conselho regulador da entidade reconhece que nos telefonemas trocados pelos responsáveis do Público e o ministro, este utilizou “um tom exaltado e ameaçando deixar de falar pessoalmente com o jornal”, o que, no entender da ERC, “poderá ser objeto de um juízo negativo no plano ético e institucional”, salientado que não caberá à entidade reguladora pronunciar-se sobre tal juízo.
No comunicado é ainda referido que não se deu ainda por verificado que “tenha ocorrido um condicionamento da liberdade de imprensa no que se refere à não publicação no Público online da notícia de follow up”, dado que tal decisão foi tomada mediante critérios editoriais e assumida pela direção do jornal.
Fonte: Midlandcom


