Para ajudar os anunciantes a lidar com este problema, a WFA apresentou hoje um guia contendo as primeiras normas de redução do risco de exposição à fraude e alertando, em particular, para os perigos associados ao uso da internet. Entre as ações propostas encontra-se uma maior vigilância sobre os parceiros tecnológicos, aos quais deve ser exigida maior transparência.
A associação alerta que os únicos prejudicados são os anunciantes, já que, quando há fraude, as agências e os meios continuam a beneficiar, ainda que não intencionalmente, dos fees.

