A ETER9 assemelha-se a uma rede social comum, em que o utilizador dispõe de um conjunto de ações, como inserir comentários e partilhar conteúdos, no local definido como “Ponte”. No entanto, há a possibilidade de tornar essas publicações eternas, porque no “Córtex” ficam memorizadas todas as atividades do utilizador.
Mas o que a distingue das redes sociais existentes é que cada utilizador possui um outro “eu” designado por “Contraparte”. É uma espécie de ser virtual, que aprende a agir a partir das ações do utilizador e, mesmo que esteja offline, encarrega-se de continuar a interação de uma forma virtual – partilha, comenta, distribui “sorrisos” e constrói conversas através do chat – garantindo a eternidade dos utilizadores.
Para tornar a rede social mais intuitiva e de fácil utilização, os utilizadores têm o apoio da ELiZA NiNE, um ser virtual, que está à disposição do utilizador. Neste ciberespaço existem, ainda, outros seres – os Niners – que, ao serem adotados pelos utilizadores orgânicos, passam a depender essencialmente das suas conexões.
Diz a ETER9 que apresenta, assim, uma forma de interação de nova geração, na qual se pode estabelecer conexões com utilizadores orgânicos e com seres virtuais.


