A leitura obrigatória
“Quando o corpo diz não”, de Gabor Maté, porque nos obriga a parar e a olhar para dentro, revelando a ligação entre mente e corpo e como o stress ignorado se pode transformar em doença. É um livro que redefine a forma como entendemos os nossos limites e reforça a importância de vivermos com mais presença, autocuidado e gentileza para connosco.
Banda sonora da vida
Bon Iver. Faz-me sempre sentir bem e reflete as minhas mudanças de ritmo e a forma como gosto de viver: com intensidade e profundidade, mas também com espaço para respirar com calma.
Uma viagem inesquecível
Lisboa-Noruega de autocaravana, com a família, cães incluídos!
O hobby
O que passo mais tempo a fazer é a treinar triatlo (correr, nadar, pedalar) – o treino de endurance tem sido uma boa metáfora para várias áreas da vida. Tem-me ensinado, acima de tudo, a gerir energia, a confiar no processo e a perceber que, tal como Bon Iver diz na canção “Awards Season”, “I can handle way more than I can handle”.
O meu refúgio
O mar, sempre.
Não vivo sem
Sol; funciono a sol.
Uma figura inspiradora
Mariana van Zeller, pela sua capacidade de mergulhar em contextos complexos do submundo, de ouvir sem julgar e de mostrar humanidade e empatia mesmo nos cenários socialmente mais difíceis.
O melhor conselho que já me deram
“Tenta – o ‘não’ é sempre garantido”, do meu pai.
Um talento escondido
Talvez cozinhar vegetais… adoro brincar com os sabores e texturas, e surpreender quem diz não gostar de alguns alimentos menos consensuais.
Gostava de aprender
A fazer crochet – há algo de meditativo em criar com as próprias mãos que me atrai, talvez pela necessidade de presença a aprender algo totalmente novo, que não nos é natural.
Melhor plano para um dia de inverno
Um slow morning em casa, com pãozinho caseiro de fermentação lenta acabado de sair do forno, com uma playlist de Christmas Jazz de fundo, seguida de um passeio à beira mar com o meu cão, com sol de inverno.
Ouvir mais ou falar mais?
Ouvir mais. Sinto que é, principalmente, no silêncio atento que realmente compreendemos o outro, que encontramos nuances e que criamos ligações verdadeiras.
Uma marca de sempre
Talvez a IKEA, por estar presente desde sempre e, mais importante ainda, por saber estar presente desde sempre na casa e na vida das pessoas.
O maior desafio do digital
Criar ligações reais e manter a autenticidade e a relevância num mundo com excesso de informação – e algoritmos! Esse efeito “bolha” criado pelo algoritmo faz com que seja cada vez mais difícil alcançar as pessoas de forma genuína, diversificar perspetivas e construir marcas que realmente se destacam num feed cada vez mais previsível.
O que torna uma marca relevante
Uma marca torna-se relevante quando tem um propósito impactante, entrega valor real e comunica de forma certa para as pessoas certas.

