
A Impresa registou um lucro de 10 milhões de euros em 2010, uma subida de 29,2 por cento face aos 7,8 milhões de euros registados em 2009, anunciou hoje o grupo de Francisco Pinto Balsemão.
O grupo de media, dono da SIC e do jornal Expresso, por exemplo, registou 271,1 milhões de euros em receitas consolidadas, uma subida de 7,1 por cento em relação à facturação registada em 2009.
Para o aumento das receitas consolidadas contribuiu o crescimento de 10 por cento das receitas publicitárias, de 8,5 por cento das receitas de venda de publicações, de 39,8 por cento nas receitas de multimédia e de 40,4 por cento na venda de produtos associados.
No que diz respeito ao EBITDA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), este foi de 271,1 milhões de euros, uma subida de 7,1 por cento em relação à facturação registada em 2009.
Já o passivo remunerado líquido do grupo detido por Francisco Pinto Balsemão atingiu 213,3 milhões de euros, uma redução de 18 milhões de euros em relação aos valores de Dezembro de 2009.
Na área da televisão, as receitas da SIC foram de 173 milhões de euros, uma subida de 11,3 por cento, com o resultado antes de impostos a subir 23,8 por cento para 16,5 milhões de euros.
“Os principais motivos desta subida foram o aumento das receitas publicitárias e de multimédia”, diz a Impresa.
No ramo das publicações, as receitas atingiram 93,5 milhões de euros, uma subida de 1,7 por cento resultante das vendas de publicações e de produtos associados, o que “compensou a ligeira quebra das receitas com publicidade e a ausência de receitas extraordinárias” como as de 2009.
“As medidas tomadas nos últimos dois anos, e o apertado controlo dos custos durante 2010 permitiram manter a rentabilidade desta área”, diz o grupo de media.
A Impresa destaca o lançamento de três novas registas – Volante, Intelligent Life e My Blitz – que “compensaram a descontinuação da FHM”, no primeiro trimestre de 2010.
“Ainda no âmbito da gestão do portfólio, decidiu-se descontinuar a edição da revista Cosmopolitan no final de 2010 e alienou-se a SurfPortugal no início de 2011”, diz a empresa.
A realização de conferências e eventos é definida como “estratégica” para o crescimento da Impresa Publishing, que tutela as publicações do grupo, e que quer apostar também no “reforço das capacidades multimédia” das várias marcas da empresa.
No digital, a Impresa aumentou a facturação de 6,7 para 6,8 milhões de euros, resultado impulsionado pelo crescimento do portal AEIOU e pela “comercialização da sua rede de sites, que compensou a descontinuação de algumas actividades no final de 2009”.
Para 2011, e “tendo em conta o ambiente macroeconómico adverso que se prevê”, os objectivos da Impresa passam pela “manutenção dos resultados, prosseguindo com um apertado controlo dos custos operacionais e com a diversificação de receitas e redução do passivo remunerado”.
Fonte: Lusa
A Impresa registou um lucro de 10 milhões de euros em 2010, uma subida de 29,2 por cento face aos 7,8 milhões de euros registados em 2009, anunciou hoje o grupo de Francisco Pinto Balsemão.
O grupo de media, dono da SIC e do jornal Expresso, por exemplo, registou 271,1 milhões de euros em receitas consolidadas, uma subida de 7,1 por cento em relação à faturação registada em 2009.
Para o aumento das receitas consolidadas contribuiu o crescimento de 10 por cento das receitas publicitárias, de 8,5 por cento das receitas de venda de publicações, de 39,8 por cento nas receitas de multimédia e de 40,4 por cento na venda de produtos associados.
No que diz respeito ao EBITDA (resultados antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), este foi de 271,1 milhões de euros, uma subida de 7,1 por cento em relação à faturação registada em 2009.
Já o passivo remunerado líquido do grupo detido por Francisco Pinto Balsemão atingiu 213,3 milhões de euros, uma redução de 18 milhões de euros em relação aos valores de dezembro de 2009.
Na área da televisão, as receitas da SIC foram de 173 milhões de euros, uma subida de 11,3 por cento, com o resultado antes de impostos a subir 23,8 por cento para 16,5 milhões de euros.
“Os principais motivos desta subida foram o aumento das receitas publicitárias e de multimédia”, diz a Impresa.
No ramo das publicações, as receitas atingiram 93,5 milhões de euros, uma subida de 1,7 por cento resultante das vendas de publicações e de produtos associados, o que “compensou a ligeira quebra das receitas com publicidade e a ausência de receitas extraordinárias” como as de 2009.
“As medidas tomadas nos últimos dois anos, e o apertado controlo dos custos durante 2010 permitiram manter a rentabilidade desta área”, diz o grupo de media.
A Impresa destaca o lançamento de três novas registas – Volante, Intelligent Life e My Blitz – que “compensaram a descontinuação da FHM”, no primeiro trimestre de 2010.
“Ainda no âmbito da gestão do portfólio, decidiu-se descontinuar a edição da revista Cosmopolitan no final de 2010 e alienou-se a SurfPortugal no início de 2011”, diz a empresa.
A realização de conferências e eventos é definida como “estratégica” para o crescimento da Impresa Publishing, que tutela as publicações do grupo, e que quer apostar também no “reforço das capacidades multimédia” das várias marcas da empresa.
No digital, a Impresa aumentou a faturação de 6,7 para 6,8 milhões de euros, resultado impulsionado pelo crescimento do portal AEIOU e pela “comercialização da sua rede de sites, que compensou a descontinuação de algumas atividades no final de 2009”.
Para 2011, e “tendo em conta o ambiente macroeconómico adverso que se prevê”, os objetivos da Impresa passam pela “manutenção dos resultados, prosseguindo com um apertado controlo dos custos operacionais e com a diversificação de receitas e redução do passivo remunerado”.