No comunicado, afirma-se que, ao assumir o cargo em fevereiro de 2013, “o pressuposto era de que, no período de um ano, se procedesse a uma adaptação da estrutura de conteúdos de ficção da Plural, face a um mercado cada vez mais competitivo e exigente”.
Findo este ano, acrescenta o texto, a administração da Plural e o próprio Luís Esparteiro “entenderam estarem cumpridos os objetivos, dando agora a possibilidade a que o ator abrace novos projetos”.

