Martta Oliveira entre a realidade e a fantasia

Entre a atualidade internacional e os universos de fantasia, a diretora de Marketing e Clientes da Cofidis Portugal encontra espaço para aprender e desligar. Martta Oliveira acompanha diariamente “The Intelligence”, relê Peter Drucker, regressa à ficção de Fredrik Backman e confessa que “House of the Dragon” continua a ser uma das suas escolhas de eleição.

Martta Oliveira entre a realidade e a fantasia

Que podcast estou a ouvir

“The Intelligence”, do The Economist. É um podcast que me acompanha praticamente todos os dias há mais de cinco anos e continua a estar entre os meus favoritos. Gosto muito da qualidade do jornalismo do The Economist e até do sentido de humor com que abordam alguns temas. Em menos de meia hora, conseguem reunir três histórias que ajudam a compreender melhor o que está a acontecer no mundo, da geopolítica à tecnologia, passando pela cultura.

Ouço também outros podcasts deles, sobretudo sobre política e ciência. Recomendo-o a quem gosta de conteúdos em inglês e quer manter-se informado de forma clara, equilibrada e com diferentes perspetivas. Acredito que, para tomar boas decisões, seja na vida ou na liderança de uma empresa, é importante perceber o contexto em que vivemos.

Um livro que estou a ler

Costumo ler sempre dois livros em paralelo: um para desligar do dia a dia e outro para continuar a aprender.

Neste momento, para descansar a mente, estou a ler Us Against You, do Fredrik Backman, da série Beartown. É uma história sobre uma pequena comunidade no norte da Suécia, que atravessa um momento de transformação e acompanha a vida de várias famílias. O Backman tem uma capacidade extraordinária para escrever sobre pessoas e sobre a complexidade das relações humanas.

Ao mesmo tempo, estou a reler “Managing for Results”, de Peter Drucker. É um daqueles livros a que gosto de voltar periodicamente porque continua a desafiar-me a pensar sobre crescimento sustentável, criação de valor e liderança.

Uma música que não me sai do ouvido

“Dreamer, dos Supertramp”. Dou por mim a cantarolá-la constantemente.

Gosto da energia da música e da ideia de acreditar no futuro e naquilo que ainda é possível construir. Talvez seja por isso que nunca me saia da cabeça. Identifico-me muito com essa forma de olhar para a vida e também para o meu trabalho.

O que ando a ver

“House of the Dragon”. Gosto muito de fantasia, tanto em séries como em livros. É um género que me permite desligar completamente da rotina e entrar noutros mundos durante algumas horas. Acho que todos precisamos, de vez em quando, desse espaço para alimentar a imaginação e regressar ao dia a dia com um olhar mais fresco.

Quinta-feira, 10 Setembro 2026 09:06


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