“A ideia da campanha é uma evolução a partir da ideia da campanha anterior, em que o bebé surgia com um fato de presidiário, tipo banda desenha, numa analogia entre a prisão e a prisão de ventre. Desta vez, fomos para uma imagem inspirada no universo cinematográfico ou das séries televisivas, com a mesma analogia”, explica.
Perante a “violência” que esta campanha possa vir a suscitar, Rui sublina que não a considera violenta mas sim disruptiva – “Todos estamos habituados a ver anúncios com bebés muito bonitos e mães muito felizes sem qualquer diferenciação. A Microlax procurou ser diferente porque é igualmente diferente da concorrência, para melhor e, nesse sentido, vai continuar a procurar ser diferente”.
Relativamente ao feedback, a campanha revelou-se mais do que uma simples ativação do produto: “recebemos algumas reações menos favoráveis, felizmente muito poucas, de pessoas que não eram público-alvo direto da campanha que interpretaram a utilização das tatuagens como um ataque preconceituoso ao ato de tatuar o que não foi de todo o caso”.
Fonte: Briefing


