Diz o gestor que este é um projeto novo e original na banca portuguesa, vocacionado para empresas do segmento médio e alto às quais prestará um leque de serviços que vão da banca comercial à banca de investimento.
Com esta nova unidade, Carlos Tavares entende que há uma oportunidade de “expandir significativamente” o negócio do banco, nomeadamente porque “existe uma falha no mercado” a este nível: são empresas – afirma – que, mais do que crédito, necessitam de serviços e aconselhamento.
No Banco Montepio continuará o segmento empresarial com volume de negócios inferior a 20 milhões, sendo que também estas empresas poderão beneficiar dos serviços do BEM.
A marca do novo banco mantém a linha gráfica do Montepio, mas nas cores azul e branca.

