O Fórum representa uma evolução do modelo tradicional de responsabilidade social corporatiiva assente sobre os recursos e a experiência específicos de cada empresa.
O evento contou com a participação do managing director da Foundation Strategy Group (FSG), Dane Smith, que partilhou a sua experiência como consultor de empresas e de gabinetes ministeriais. A FSG é uma consultora sem fins lucrativos, fundada por Michael Porter e Mark Kramer, que desenvolveram teoricamente o conceito de Criação de Valor Partilhado.
O debate teve, ainda, o contributo da Maria do Rosário Partidário, professora associada do Instituto Superior Técnico e Responsável pelo SENSU (Strategic Approaches to Environment and Sustainability Research Group); Luís Rochartre Álvares, secretário-seral do BCSD Portugal; Pedro Norton de Matos, partner da My Change e da Gingko e António Saraiva de Reffóios, administrador-delegado e director-geral da Nestlé Portugal, S.A.
Como forma de demonstrar que coloca em prática o Conceito de Criação de Valor Partilhado, a Nestlé expõe a nível nacional vários exemplos do programa educativo “Apetece-me”, o projecto BUONDI “Protege o Litoral”, o Programa de Reciclagem de cápsulas de Nescafé Dolce Gusto, o processo de aconselhamento agrícola com vista à produção de farinhas com baixo teor de pesticidas (BTP), o exemplo de aproveitamento da água do leite realizado pela fábrica de leite em pó da Nestlé em São Miguel (Açores) – caso “Água da Vaca”, os programas de eficiência energética e eficiência logística e, ainda, o Programa de Voluntariado da Nestlé Portugal.
A nível internacional a preocupação da marca é visível no Nescafé Plan e no projecto Cocoa Plan, através dos quais a Nestlé ajuda os agricultores a desenvolverem uma agricultura mais eficiente e a operar de forma mais sustentável.
Fonte: Weber Shandwick

