O modelo do diário norte-americano passa por fornecer assinaturas digitais a partir de 15 dólares por mês (cerca de 10,65 euros) com acesso a todos os conteúdos ‘online’ e à aplicação para ‘smartphones’.
Por 20 dólares (14,20 euros), substitui-se a aplicação para ‘smartphones’ pela aplicação para ‘tablets’, como o iPad, e por 35 dólares (24,85 euros) é possível ter acesso a todas as opções disponíveis.
No entanto, quem ler até 20 artigos do New York Times por mês não terá de pagar, sendo apresentadas as propostas de aquisição de conteúdos a partir do artigo seguinte ao limite gratuito.
Os assinantes da edição em papel do jornal não terão custos adicionais para aceder à versão ‘online’ do jornal.
O modelo de pagamento para o acesso a conteúdos informativos na Internet é um dos desafios com que o sector dos «media» se depara nos tempos modernos, de acordo com vários editores e especialistas da área.
Nos Estados Unidos, o Wall Street Journal e o Financial Times são tidos como exemplos bem sucedidos na aplicação de assinaturas ‘online’.
O presidente do New York Times explicou a medida que hoje entra em vigor numa carta recentemente divulgada no jornal: “É uma etapa importante que esperamos que seja considerada por todos como um investimento no Times, reforçando a nossa capacidade de fornecer jornalismo de alta qualidade aos nossos leitores em todo o mundo que nos consultem em qualquer plataforma”, disse Arthur Sulzeberg.
Os acessos a notícias do New York Times através de redes sociais como o Twitter e o Facebook continuarão gratuitos, esclareceu Arthur Sulzeberg, medida tomada para atenuar o corte no tráfego da página do jornal, actualmente de cerca de 30 milhões de leitores mensais.
Fonte: Lusa

